Os anúncios mais odiados pelos usuários segundo a Google?

Os anúncios mais odiados pelos usuários segundo a Google?

Os anúncios mais odiados pelos usuários segundo a Google.

Dona de uma das plataformas mais poderosas de publicidade digital, sempre ressalta que para ter bons resultados com os anúncios, é necessário primeiro pensar em melhorar a experiência do usuário.

Recentemente, após a divulgação de uma pesquisa feita pela Coalition for Better Ads, a empresa voltou a pontuar a importância da publicidade agregar valor às pessoas, impulsionando a evolução do ambiente digital.

A partir do reconhecimento oficial dessa pesquisa, a Google também aproveitou para trazer dados revelados nela, onde além de outros pontos importantes sobre o assunto, desvendou quais são os anúncios que os usuários mais odeiam.

Nós já sabemos que, de modo geral, anúncios odiados são aqueles que prejudicam a navegabilidade, travam o dispositivo de acesso e nos fazem ficar esperando por segundos, que mais parecem horas de pura tortura. Certo?

O que talvez ainda não sabíamos é exatamente quais deles mais irritam as pessoas, causando um impacto negativo geral.

1º Tipo de Anúncio que os Usuários Mais Odeiam – Os Que Obstruem

Sem dúvidas, você já se deparou com um desses. Eles são aqueles que obstruem a nossa passagem e faz com que fiquemos esperando aqueles segundos intermináveis.

Sabe aquela ocasião em que você clica em uma notícia extremamente interessante e quando já está pronto para ler, abre aquele anúncio irritante, fazendo você ficar preso ali, se quiser, realmente, consumir o conteúdo ao qual lhe fez clicar no link?

Esse é um dos mais odiados pelos usuários, segundo a pesquisa reconhecida pela Google.

Esse ódio cresce ainda mais se esse tipo de anúncio estiver sendo veiculado nos dispositivos móveis.

Sim, dados oficiais apontam que quase 75% dos usuários odeiam muito esses anúncios que obstruem o fluxo de acesso, como os pop-ups. Desses, apenas, 24% voltariam à uma página que ofereceu esse tipo de experiência.

2º Tipo de Anúncio que os Usuários Odeiam – Os que Tiram o Foco

Muitos entrevistados disseram que não suportam anúncios que os tiram do foco, distraindo de forma exagerada.

Segundo eles, um exemplo de anúncio como esse é aquele que é apresentado logo quando se acessa uma página, com uma combinação de características impossíveis de passarem despercebidas. Entre elas, música alta e animações extremas.

Esse tipo de publicidade acaba por disputar atenção nos momentos cruciais de decisão do usuário. Permanecer ou não na página, o que acontece logo nos primeiros segundos.

Por serem impactados negativamente, a primeira reação é fechar a página. A pesquisa apontou que anúncios que tiram o foco são capazes de expulsar usuários do desktop e do mobile.

3º Tipo de Anúncio que os Usuários Odeiam – Os poluentes

Essa não é uma novidade para você, com certeza. O terceiro formato de anúncios mais odiado por usuários são aqueles chamados de poluentes.

Ou seja, os que tornam o carregamento da página bastante lento e deixa a navegação confusa, pois estão posicionados para confundir e, apenas, gerar cliques.

Geralmente, estão em grande quantidade e em meio à conteúdos, próximo à menus e botões importantes para a fluidez da navegação.

O Impacto da propagação de anúncios odiados pelos usuários

O impacto da propagação desses tipos de anúncios digitais é maior do que muita gente imagina.

Isso porque o problema é que essas experiências prejudicam o setor de marketing digital de forma geral. Afinal, os usuários acabam se precavendo antes de serem submetidos à outro momento ruim e bloqueiam ou evitam os anúncios.

Quer uma prova do que estamos lhe dizendo?

Além dos dados que apresentamos anteriormente, a pesquisa também revelou que quase 70% dos usuários que responderam as questões propostas, afirmaram que instalam os programas bloqueadores de Ads pelo simples fato de terem sido atingidos por anúncios como esses, invasivos ou inadequados.

Por isso, é tão importante seguir as diretrizes da Google no momento de criar suas campanhas.

Se você tem dúvidas sobre quais são as melhores práticas nesse quesito, vem ver algumas dicas retiradas de um material exclusivo da Google.

Anúncios que agregam valor à experiência do usuário mobile

Atualmente, o mobile é o dispositivo preferido dos usuários na hora de acessar a internet.

Eles já são maioria, por isso você deve se atentar às novas demandas, ao tipo de comportamento desse novo usuário.

Em primeiro lugar, seus anúncios devem se adequar à velocidade e a facilidade que esse tipo de navegação requer.

Jamais utilize formatos desenquadrados, fora do padrão, que acabam atrapalhando a visualização perfeita dos conteúdos na tela do celular.

Nos Smartphones, os anúncios feitos na horizontal são melhores visualizados, por isso, prefira-os, mesmo que seja em tela cheia, ao invés dos pop-ups.

Os banners que podem ser simplesmente fechados também são mais bem aceitos. Não aplique banners com tempo obrigatório de visualização, caso não queira expulsar seus potenciais clientes da página.

Por último, mas não menos importante. Não coloque anúncios em todas as páginas, isso empobrece a experiência do usuário e o deixa incomodado.

Anúncios que agregam valor à experiência do usuário em Desktops

Anúncios de Desktop não têm regras tão diferentes do Mobile, exceto a de que há mais área para trabalhar.

A regra básica, nesses casos, é: Interfira o menos possível no poder de decisão que o usuário do Desktop tem, quanto ao seu fluxo de navegação. Deixe ele decidir o que quer fazer e para onde deseja ir.

Evite anúncios com fechamento após tempo obrigatório de exibição. Prefira aqueles que podem ser ocultados à qualquer momento.

Segundo a pesquisa que nos referimos no início, o usuário do Desktop não gosta dos banners grandes que ficam abaixo do conteúdo, pois, segundo eles, o tamanho da publicidade impacta no modo como eles podem interagir com os materiais do site.

Matéria completa:
www.mestredoadwords.com.br/quais-sao-os-anuncios-que-os-usuarios-mais-odeiam-segundo-a-google/
O conteúdo publicado aqui é espelhado de um conteúdo original que pode ser visualizado no link acima.

 

 

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